2 de junho de 2015 - 08:37

Camila denuncia falta de ambulância em Hospital Regional de Guarabira

(Deputada estadual, Camila Toscano (PSDB) / Foto: Assessoria)

(Deputada estadual, Camila Toscano (PSDB) / Foto: Assessoria)

A deputada estadual, Camila Toscano (PSDB), cobrou do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde, a aquisição de uma ambulância de suporte avançado para o Hospital Regional de Guarabira. A unidade recebeu uma ambulância que não serve para o transporte de pacientes estado grave e entubados. O requerimento com a solicitação do veículo foi aprovado pela Assembleia Legislativa da paraíba (ALPB) nesta terça-feira (2).

“Os pacientes em estado grave continuam sendo transferidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Guarabira, pois a unidade não dispõe desse tipo de ambulância desde janeiro”, disse a tucana.

A parlamentar explicou que quando um paciente em estado grave precisar uma avaliação de neurologista, por exemplo, para depois voltar a Guarabira, não tem como ir porque a ambulância do Samu não pode esperar, tendo em vista que quanto mais tempo se fica em espera a região fica toda descoberta.

“Hoje mesmo temos o caso de um paciente no Hospital Regional precisando de transferência, o Samu está sem ter como liberar a transferência porque não tem vaga no Trauma e o Regional está sem ambulância desde que o contrato com a empresa antiga foi suspenso e nenhuma outra foi contratada”, relatou.

A Unidade de Suporte Avançado (USA), segundo destacou a deputada, precisa ter respirador mecânico e desfibrilador. Outro diferencial é a equipe que precisa ter obrigatoriamente médico e enfermeiro, além do condutor. Na ambulância básica tripula só enfermeiro e condutor.

Hospital Regional – Camila vem denunciando na ALPB a falta de estrutura no Hospital Regional de Guarabira. A unidade quase teve o serviço de hemodiálise suspenso, o aparelho de ultrassonografia só funciona em alguns dias da semana, o aparelho de raio-x estava encaixotado há quatro meses, pois faltava instalação elétrica.

A unidade hospitalar não conta com médicos especialistas. Os pacientes da hemodiálise, que passam mal durante o tratamento, não podem contar com o atendimento de um nefrologista, por exemplo.  Além disso, faltam itens básicos de funcionamento como é o caso de lençóis.

 
Assessoria 

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