28 de novembro de 2013 - 07:35

Nilton Santos é enterrado sob aplauso da torcida e hino do Botafogo

(Familiares, amigos, curiosos e torcedores do Botafogo acompanham o enterro do corpo do ex-jogador Nilton Santos no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro)

(Familiares, amigos, curiosos e torcedores do Botafogo acompanham o enterro do corpo do ex-jogador Nilton Santos no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro)

Nilton Santos foi enterrado na tarde desta quinta-feira em uma cerimônia de cerca de 30 minutos de duração. O ex-lateral esquerdo da seleção brasileira foi homenageado com aplausos de torcedores que foram ao Cemitério São João Batista e foi sepultado com o hino do Botafogo ao fundo. O clube alvinegro custeou todas as despesas do velório e do sepultamento do ex-jogador, morto nesta quarta-feira aos 88 anos, vítima de uma infecção pulmonar.

Membros da atual diretoria representaram o Botafogo no local. O ex-jogador Afonsinho acompanhou o sepultamento. O ex-presidente Carlos Augusto Montenegro fez discurso emocionado e lembrou a importância do ídolo alvinegro. “Com a morte do Nilton Santos, morre também uma parte do Botafogo. É uma perda inestimável porque ele é símbolo que o Botafogo tem”, comentou.

Os torcedores do Botafogo – cerca de 150 – cantaram o hino do Botafogo durante o sepultamento, aplaudiram da “Enciclopédia do Futebol” e estenderam faixa com o rosto do ex-craque.

Mesmo depois da cerimônia, a movimentação no cemitério era grande. Os torcedores do Botafogo era presença constante no túmulo, que foi decorado com flores. Durante o velório realizado em General Severiano, Nilton Santos foi homenageado por personalidades como Zagallo, Amarildo e Carlos Alberto Torres.

Nilton Santos disputou 718 jogos pelo Botafogo. Ele divide o posto de maior ídolo da agremiação com Mané Garrincha. O time jogará de luto contra o Coritiba, domingo, às 17h (de Brasília), no Couto Pereira, pelo Campeonato Brasileiro.

O ídolo deixa a mulher Célia, que reside em Araruama, cidade localizada na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, desde o fim de 2012, quando passou a ser cuidada pela irmã em razão de um tumor cerebral. O casal não tinha filhos.

Nilton Santos apresentava dificuldades de locomoção por causa de problemas médicos e precisava do acompanhamento de enfermeiros. Nos últimos anos de vida, o ex-jogador pouco deixava a clínica de repouso, já que dependia do Botafogo para qualquer atividade.

 

 

UOL

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